Estado de São Paulo Transparência ALESP

 


  Dimensões do IPRS

  Estado de São Paulo

  2008-2012

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Regiões Administrativas


O indicador sintético do IPRS aplica-se, por sua própria definição, aos municípios, permitindo uma classificação deles segundo as condições de vida da população, em uma perspectiva multitemática. No entanto, utilizando as dimensões que compõem o indicador sintético, é possível também ter medidas aplicáveis a outras unidades territoriais, de forma a possibilitar análises regionais muito úteis para a compreensão do território paulista. Assim, são mostrados aqui os resultados dessas dimensões aplicadas às dezesseis Regiões Administrativas do Estado.

Em 2012, as 16 regiões administrativas (RAs) do Estado progrediram no indicador de riqueza municipal, em relação ao período anterior. No ranking desta dimensão, a Região Administrativa de Sorocaba, que ocupava a nona posição, passou para a sexta posição entre as RAs e a recém-criada Região Administrativa de Itapeva ocupa a penúltima posição. A Região Metropolitana de São Paulo ocupa o primeiro lugar, seguida pela Região Metropolitana da Baixada Santista. As Regiões Administrativas de Campinas, Ribeirão Preto e Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, ocupam respectivamente, o terceiro, quarto e quinto lugares.

Em longevidade nove regiões administrativas apresentaram progresso, cinco permaneceram iguais e as RAs de Registro e Barretos regrediram. As RAs de São José do Rio Preto, Campinas e Ribeirão Preto ocupam, respectivamente, as três primeiras posições. Tanto na versão anterior do IPRS quanto na atual, São José do Rio Preto manteve-se em primeiro lugar nesse ranking. A Região Metropolitana da Baixada Santista, apesar de aumentar um ponto no indicador, permaneceu na última posição. A RA de Barretos que ocupava a 2ª posição no ranking caiu para a 13ª posição.

No que diz respeito à dimensão escolaridade, todas as regiões administrativas avançaram. São José do Rio Preto, Marília e Campinas são as três regiões mais bem posicionadas nesse ranking. O maior acréscimo (seis pontos no indicador) foi registrado na Região Metropolitana da Baixada Santista. Em seguida, apresentaram cinco pontos de acréscimo no indicador, as Regiões Metropolitanas de São Paulo e do Vale do Paraíba e Litoral Norte e as RAs de Sorocaba e Barretos.


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